O site Suicide Girls tornou-se objecto de culto nos EUA...
E também lá estão portuguesas.
E também lá estão portuguesas.

Esqueça os estereótipos das coelhinhas da Playboy. E para as Suicide Girls (SG) os cenários glamorosos que servem de pano de fundo às sessões fotográficas também são dispensáveis. Gordas ou magras, com tatuagens, cicatrizes ou piercings, tudo se resume à atitude.
Mas o que é isso das SG? É um fenómeno à escala global. Criado em 2001 por Missy, uma fotógrafa de Los Angeles, o site ultrapassou rapidamente as fronteiras dos EUA. A fórmula é simples: realçar a beleza pouco convencional, sem olhar a estereótipos. Resultado: um milhão de visitantes semanais, 500 mil assinantes pagos, e mais de 140 mil modelos à espera de uma oportunidade, 110 das quais de Portugal.
O conceito de beleza das SG ganhou prestígio e já inspirou episódios de séries como "CSI Nova Iorque" ou "Californication", deu origem a uma marca de roupa e a um livro de fotografia que vendeu 100 mil cópias.
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